CIEAM
Acordo UE-Mercosul pressiona e abre caminhos para a indústria do Amazonas
Debate da FGV analisa competitividade, regras ambientais e o futuro da Zona Franca de Manaus no comércio internacional
Evento on-line reúne especialistas para analisar competitividade, desafios regulatórios e novas oportunidades para a indústria amazonense
A Fundação Getúlio Vargas (FGV), por meio da Escola de Economia de São Paulo (FGV EESP) da Fundação Getúlio Vargas, com apoio do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), promove no dia 4 de maio (segunda-feira), às 19h (horário de Brasília), mais um episódio da série Diálogos Amazônicos, com o tema “União Europeia–Mercosul: oportunidades e desafios para a indústria do Amazonas”. O evento será transmitido ao vivo pelo canal da FGV EESP.
O avanço das negociações do acordo entre União Europeia e Mercosul promete transformar o cenário competitivo da indústria brasileira, com efeitos diretos sobre a Zona Franca de Manaus (ZFM). Diante de um cenário global cada vez mais exigente, o acordo pode redefinir as regras do jogo para a indústria nacional. Entre os temas em pauta estão os impactos sobre a competitividade da indústria amazonense, as exigências ambientais e de rastreabilidade impostas pela União Europeia, as oportunidades de inserção em cadeias globais de valor e os desafios regulatórios para adaptação do modelo da ZFM.
Convidados especiais:
- Leopoldo Montenegro, superintendente da SUFRAMA (Superintendência da Zona Franca de Manaus)
- Lucas Ferraz, professor da FGV EESP e ex-secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia.
Moderação:
- Márcio Holland – Professor de Políticas Públicas na FGV EESP e Colunista Broadcast/Agência Estado. Foi Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.
SERVIÇO:
Data: 4 de maio (segunda-feira)
Horário: 19h00 às 20h00
Transmissão: Canal no YouTube da FGV EESP
Para mais informações, acesse: https://evento.fgv.br/dialogosamazonicos2302/
Sobre o Diálogos Amazônicos
A série “Diálogos Amazônicos” tem o patrocínio do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Bic da Amazônia; Coimpa; Honda; Copag; Mondial; UCB da Amazônia; Visteon; Sinaees; Águas de Manaus; Super Terminais; Midea Carrier; Abraciclo; Simmmem; Impressora Amazonense; Fieam; Caloi; Tutiplast Indústria; Recorfama Indústria; GBR Componentes; Embalagem Placibras; Atem; Vinci; Bemol e Fundação Rede Amazônica.
Sobre o CIEAM
O Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM) é uma entidade empresarial com personalidade jurídica, ligada ao setor industrial, que tem por objetivo atuar de maneira técnica e política em defesa de seus associados e dos princípios da economia baseada na Zona Franca de Manaus (ZFM). Implementada pelo governo federal em 1967, com o objetivo de viabilizar uma base econômica no Amazonas e promover melhor integração produtiva e social entre todas as regiões do Brasil, a Zona Franca de Manaus é um modelo de desenvolvimento regional bem-sucedido que devolve aos cofres públicos mais da metade da riqueza que produz. Atualmente, são 600 empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). O estado do Amazonas tem 578.208 mil empregos, dos quais 134 mil são diretos do PIM e garantem a preservação de 97% da cobertura florestal do Amazonas. Encerrou 2025 com um faturamento de R$ 228 bilhões.
