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Uso contínuo de descongestionantes nasais pede atenção

3/7/2019 – Hospital Paulista

O medicamente pode causar vício e prejudicar a saúde

A congestão nasal é uma reação do organismo a processos infecciosos alérgicos, virais ou bacterianos, como a gripe, os resfriados e a sinusite, ou por problemas anatômicos, como o  desvio do septo. “Com a mucosa nasal irritada, os vasos sanguíneos se dilatam, o volume de sangue e também de secreção aumentam na região, dificultando a respiração. Com o uso do descongestionante, que contêm substâncias vasoconstritoras, os vasos se contraem, desincham e sobra mais espaço para a passagem do ar”, explica Dr. Arnaldo Tamiso, otorrinolaringologista do Hospital Paulista.

Além disso, durante as estações com clima frio e seco, os agentes alérgenos, como poeira e poluição, ficam mais tempo suspensos no ar, aumentando mais a irritação da mucosa nasal e favorecendo o entupimento do nariz.  “Mesmo assim, o descongestionante só deve ser usado em casos específicos, por exemplo, durante um resfriado, quando a pessoa não consegue dormir porque não está respirando bem. Mas o uso deve ser pontual e por, no máximo, cinco dias”, diz o especialista.

Riscos e alternativas

Uma das consequências do uso frequente deste medicamento é que o efeito tende a diminuir, e o nariz volta a ficar entupido cada vez mais rápido. Assim, a passagem do ar só acontece de forma satisfatória com o uso do produto. “Outros problemas mais graves podem surgir, tais como a rinite medicamentosa, taquicardia e hipertensão. O ideal seria existir a necessidade de prescrição médica para a venda desse remédio nas farmácias”, alerta o otorrinolaringologista.

Uma alternativa para aqueles que desejam parar com o uso contínuo de descongestionantes nasais é fazer uma avaliação com um otorrinolaringologista para identificar possíveis desvios no septo e inchaço nasal, podendo, até mesmo, realizar uma cirurgia para a correção.

Para casos pontuais, como resfriados e sinusites, é importante evitar a irritação da mucosa. “Aplicar soro fisiológico nasal com frequência, manter-se hidratado e conservar a casa limpa e arejada podem ajudar muito”, afirma Dr. Tamiso.

Sobre o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia

Fundado em 1974, o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia, durante sua trajetória, ampliou sua competência para outros segmentos, com destaque para Fonoaudiologia, Alergia Respiratória e Imunologia, Distúrbios do Sono, procedimentos para Cirurgia Cérvico-Facial, bem como Buco Maxilo Facial.

Em localização privilegiada (próximo ao Metrô Vila Mariana e às novas estações da linha 5-Lilás – AACD Servidor, Hospital São Paulo e Santa Cruz), possui 42 leitos, UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 10 salas cirúrgicas, realizando em média, mensalmente, 500 cirurgias, 7.500 consultas no ambulatório e pronto-socorro e, aproximadamente, 1.500 exames especializados.

Referência em seu segmento e com alta resolutividade, apresenta índice de infecção hospitalar próximo a zero. Dispõe de profissionais de alta capacidade e professores-doutores, sendo catalisador de médicos diferenciados e oferecendo excelentes condições de suporte especializado 24 horas por dia.

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